Realidade e firmeza.
As lembranças vão junto com o tempo, enquanto me faço de cego para as mudanças. Danço músicas na minha mente, imagino cenas, rezo para deuses que não acredito e tenho fé na razão. Aprendi a dizer não, mas não sou de me expor, guardo o que tenho em um baú sem fundo.
Não consigo me organizar, as vezes falta algo mais do que ar, talvez nem seja isso talvez eu esteja enganado, talvez não.
Dedicação a minha harmonia, é disso que preciso. Estar em paz sempre foi necessário, mas nunca foi prioridade. E hoje, quer dizer, agora, me sinto mais firme para fazer o que pode ser o “certo” mesmo que eu sinta dor.
Seguindo novos caminhos.
Entenderam? Bom, explico no próximo post.
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